Como praticar a Metta ou o “Amor-Bondade”.

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Mettā ( em Pali) ou maitrī ( em sânscrito) ou Amor-Bondade, significa benevolência, amizade, boa vontade, e interesse activo nos outros.

O cultivo da benevolência (mettā bhāvanā) é uma forma popular de meditação no budismo. Metta como ‘meditação da compaixão’ é frequentemente praticada na Ásia pelo canto de transmissão, em que os monges cantam para os leigos.

O conceito de compaixão e bondade universal de Metta é discutido no Metta Sutta do Budismo, e também é encontrado nos textos antigos e medievais do Hinduísmo e do Jainismo como Metta ou Maitri.

Pequenos estudos de amostra sobre o potencial da abordagem da meditação amorosa e bondade em pacientes sugerem benefícios potenciais.

Pratica do Metta

1. Coloque o seu corpo à vontade.

Encontre um espaço fisicamente confortável. Sentado numa cadeira confortável ou deitado é útil. Se sentir à vontade numa almofada de meditação, tudo bem. A ideia é encontrar uma postura que permita ao corpo estar o mais aliviado possível. Permita-se a sentir-se seguro e apoiado por tudo onde está sentado ou deitado. Fechar os olhos pode ajudar a facilitar o alivio. Se isso não for confortável, permita que os olhos estejam abertos e olhe suavemente num determinado ponto singular.

2. Suavize a barriga e o peito.

Intencionalmente amoleca a barriga para começar. Sinta a expansão e a contração à medida que cada respiração preenche a área da barriga e do peito. Permita que a sua respiração facilite o espaço na área da barriga e do peito. Não tenha pressa; Não há pressa. Se sentir tensão, tudo bem, sem problemas.

3. Lembre-se de sentimentos de amor e bondade.

Concentre-se na área do coração. Se sentir-se bem, coloque a mão no seu coração nesta etapa. Veja se consegue recordar sentimentos de carinho, gentileza e amizade. Deixe-os permear na área do coração. Fique com isso enquanto se move para o próximo passo. Se os sentimentos parecerem inacessíveis ou difíceis no momento, dê espaço e respire fluidamente nas áreas da barriga e do peito.

4. Faça a recitação.

Recitar frases é uma maneira clássica de praticar metta. Quer acreditemos nas frases no momento ou não, ainda é útil dizê-las; eles dão ao coração e à mente algo para pousar e aspirar. Pode expressá-las da maneira que quiser, com esses sentimentos básicos na mente. Repita estas frases para a duração do seu período de prática:

Posso estar seguro
Posso ser saudável
Posso ser feliz
Posso ficar à vontade
Posso ser cheio de benevolência
Posso ser pacifico

Na prática metta, é normal que a mente que duvida surja e desafie a noção de amar a nós mesmos e aos outros. Não deixe que essa dúvida o pare. É importante saber que metta não é uma prática de perfeição, mas de cultivo. Esta é a nossa prática – libertando o nosso coração e mente das garras do medo, ódio e confusão, independentemente do que está acontecendo no mundo ao nosso redor.

A prática contínua leva a uma maior sensação, de alívio, amor-próprio e de paz interior.

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Bertolucci tinha simpatia pelo Budismo por ser mais filosofia que Religião

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Ateu assumido, o director de cinema italiano Bernardo Bertolucci, tinha simpatia pelo Budismo porque Buda, falava ele, deu um “basta” aos deuses e colocou o homem no centro do universo.

“O Budismo é mais uma filosofia do que uma religião.”

Numa entrevista em 1994, ele disse que passou dois anos entre os tibetanos e, por isso, economizou “muito dinheiro em tranquilizantes”.

Ele filmou o “Pequeno Buda”, lançado em 1993.

Dirigiu ainda ”O Conformista”, “Último Tango em Paris”, “1900” e “O Último Imperador”, entre outros filmes. Ganhou duas vezes o Oscar e tornou-se um ícone do cinema mundial.

Bertolucci tinha nos seus filmes uma mensagem política e em alguns deles algumas referências autobiográficas.

O cineasta nasceu no dia 16 de março de 1941 em Parma, região de Emilia-Romagna, e morreu em Roma no passado dia 26 de novembro de 2018.

Entre as frases atribuídas a ele está esta: “Somos todos neobárbaros, as ideologias acabaram, há o desastre total da sociedade de consumo. Buda dá-nos oxigénio”.

Budismo, Religião ou Filosofia?

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Uma pergunta é feita com frequência: o budismo é uma religião ou uma filosofia? Não importa como o chama. O budismo permanece o que é independente do rótulo que pode colocar. O rótulo não tem materialidade. Mesmo o rótulo “budismo” que colocamos no ensinamento de Buda tem pouca importância. O nome que alguém usa não é essencial.

O que há num nome? Aquilo que chamamos de rosa, com outro nome, teria o mesmo doce perfume.

Do mesmo modo, a Verdade não precisa de nenhum rótulo: não é nem budista, cristã, hindu ou muçulmana. Não é monopólio de ninguém. Rótulos sectários são um obstáculo para compreender de modo independente a Verdade, e eles produzem preconceitos prejudiciais nas mentes das pessoas.

Isso é verdade não apenas em questões intelectuais e espirituais, mas também em relações humanas. Quando, por exemplo, encontramos alguém, não o vemos como um ser humano, mas colocamos um rótulo como inglês, francês, alemão, americano ou judeu, e o encaramos com todos os preconceitos associados a esse rótulo na nossa mente. E ainda assim ele pode estar completamente livre dos atributos que colocamos nele.

As pessoas gostam tanto de rótulos discriminativos que chegam ao ponto de aplicá-los em qualidades humanas e emoções comuns a todos. Então, elas falam de diferentes “marcas” de caridade, por exemplo, de caridade budista ou caridade cristã e rebaixam outras “marcas” de caridade. Mas a caridade não pode ser sectária; ela não é nem cristã, nem budista, hindu ou islâmica. O amor que uma mãe tem pela sua criança não é budista ou cristã: é amor materno. Qualidades humanas e emoções como amor, caridade, compaixão, tolerância, paciência, amizade, desejo, ódio, inimizade, ignorância, arrogância etc, não precisam de rótulos sectários; elas não pertencem a nenhuma religião particular.

Para quem procura a Verdade, o lugar de onde vem uma ideia não tem materialidade. A origem e desenvolvimento de uma ideia é trabalho para o académico. Na verdade, para compreender a Verdade, não é necessário nem saber que o ensinamento vem de Buda, ou de qualquer outro. O que é essencial é ver a coisa, compreendê-la. Há uma história importante no Majjhima-nikaya (sutta nº 140) que ilustra isso.

O Buda uma vez passou uma noite na barraca de um oleiro. No mesmo lugar, havia um jovem renunciante que tinha chegado antes. Eles não se conheciam. O Buda observou o renunciante e pensou consigo: “Agradáveis sãos as maneiras desse jovem. Seria bom eu perguntar sobre ele”. Então o Buda perguntou: “Ó monge, em nome de quem você abandonou o lar? Ou quem é seu mestre? Ou que doutrina você segue?”

“Ó amigo”, respondeu o jovem, “há o renunciante Gautama, descendente Sakya, que deixou o clã Sakya para se tornar um renunciante. Há muitos testemunhos valiosos dizendo que ele é um Arhat, um Completo Iluminado. Em nome desse Abençoado, tornei-me um renunciante. Ele é meu mestre, e gosto da sua doutrina”.

“Onde o Abençoado, o Arhat, o Completamente Iluminado vive hoje?”

“Nos reinos ao norte, amigo, há uma cidade chamada Savatthi. É ali que o Abençoado, o Arahat, o Completamente iluminado, vive hoje”.

“Você já viu esse Abençoado? Você reconheceria se o visse?”

“Nunca vi o Abençoado, nem reconheceria se o visse”.

O Buda compreendeu que foi em seu nome que esse jovem deixou o lar e se tornou um renunciante. Mas sem divulgar a sua identidade, ele disse: “Ó monge, vou lhe ensinar a doutrina. Ouça e preste atenção, vou falar.”

“Muito bem, amigo”, disse o jovem concordando.

Então, o Buda deu ao jovem uma explicação das mais memoráveis sobre a Verdade.

Foi só ao final do ensinamento que esse jovem renunciante, cujo nome era Pukkusati, compreendeu que a pessoa que lhe falou era o próprio Buda. Então, se levantou, foi até ele, se prostrou aos pés do Mestre e pediu perdão por tê-lo chamado de “amigo” sem saber. Então, implorou ao Buda para ordená-lo e admití-lo na ordem da Sangha.

O Buda perguntou se ele tinha a tigela e os mantos prontos (um monge precisa ter três mantos e a tigela para mendigar comida). Quando Pukkusati respondeu que não, o Buda disse que os Tathagatas não ordenariam uma pessoa a menos que a tigela e os mantos estivessem prontos. Então Pukkusati saiu para procurá-los, mas infelizmente foi atacado por um animal e morreu.

Mais tarde, quando essa triste notícia chegou ao Buda, ele anunciou que Pukkusati era um homem sábio, que tinha visto a Verdade e alcançado o penúltimo estágio na realização do Nirvana, e que havia renascido em um reino onde se tornaria um Arhat e, finalmente, faleceria, para jamais retornar a este mundo.

Com essa história, fica bem claro que, quando Pukkusati, ouviu o Buda e compreendeu o seu ensinamento, ele não sabia quem estava falando com ele, ou que ensinamento era esse. Ele viu a Verdade. Se o medicamento é bom, a doença será curada. Não é necessário saber quem a preparou, ou de onde veio.

Por Walpola Rahula (Sri Lanka, 1907 ~ 1997)

Conto Budista: “A vaca no penhasco”.

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“Mestre e discípulo andavam pela estrada. O caminho era inóspito, agressivo. O ambiente não era favorável à vida. Muitas pedras e montanhas escarpadas de muito pouca vegetação. Avistaram, ao longe, uma casinha de aspecto pobre e humilde, e para lá se dirigiram.

Foram recebidos, hospitaleiramente, pelo dono da casa e a sua numerosa família. Receberam, e os residentes, com eles, partilharam a sua escassa comida e seu espaço para dormir. Interrogado pelo mestre, o dono da casa disse que a alimentação provinha de uma única fonte: uma única vaca da qual tiravam leite e seus subprodutos. O excedente era usado para efetuar trocas no povoado mais próximo.
Mestre e discípulo ficaram ali mais alguns dias, e depois partiram. Algumas horas depois da partida, o mestre disse ao discípulo:

– Volte lá, às escondidas, e jogue a vaca no penhasco.

Estupefacto, o discípulo argumentou:

– Mestre, como podes me pedir isto? Então não percebes a pobreza de tão numerosa família, e que o seu único sustento é a vaca? E, mesmo assim, pedes-me para jogá-la no penhasco?

– Sim – disse o mestre. Jogue a vaca no penhasco.

Desorientado, o discípulo decidiu atender o mestre, no entanto, não conseguia fazê-lo, sem sentir uma enorme culpa. Mesmo assim, o fez pelo mestre, o animal foi atirado do penhasco, caiu dentro de uma ribeira, chegou à margem e partiu para bem longe.

Alguns anos depois, passavam novamente pelas proximidades, o mestre e o discípulo. Sem nada dizer ao mestre, o discípulo decidiu que faria a expiação, e pediria perdão por ter jogado a vaca do penhasco. Assim, dirigiu-se até lá. Mas, quando chegou, não mais encontrou a pobre casinha em seu lugar. Havia uma construção nova e confortável. As pessoas, que avistou, eram limpas e bem vestidas, o ambiente era de trabalho, e o progresso era evidente. Foi, então, até uma das pessoas e perguntou:

– Há uns dois ou três anos, aqui havia uma pequena e pobre casinha. Saberia me dizer para onde foram aquelas pessoas?

– Somos nós – respondeu o homem.

– Não, refiro-me àquelas pessoas pobres que aqui viviam.

– Somos nós – respondeu ele, novamente.

– Mas, o que aconteceu? – disse, olhando o progresso a sua volta.

– Bem – disse o homem. Aconteceu, numa noite, um terrível acidente, em que a nossa vaca, a nossa única vaca, supostamente caiu do penhasco, nunca mais foi vista, e ficamos sem a nossa única fonte de sustento. Não tivemos outra alternativa, então, a não ser procurar trabalho. Descobrimos, então, as nossas próprias capacidades, e as potenciamos. Como resultado, temos hoje uma bonita e confortável casa”.

Um mestre pode saber além da percepção do que está a nossa frente. Por isso, já sabia o que se desencadearia ao mandar jogar a vaca do penhasco. Já o discípulo, nada pode ver ainda, a não ser o que está directamente a sua frente. Por isto, somente viu o infortúnio daquelas pessoas. O infortúnio é imediato. O infortúnio é transitório.

Cinco dicas para quem se estreia no mundo da meditação

Qualquer actividade nova a que nos propomos, ao início, parece difícil, mas tal não significa que, com as dicas certas, não se vá lá.

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A ideia é que se sinta bem consigo mesmo e que comece o dia calmo e completamente preparado para enfrentar qualquer situação com que se depare e que será mais fácil de o fazer se estiver completamente bem consigo mesmo.

A meditação tem este ‘poder’, e o bom é que existem várias especificações, todas elas livres de adaptações para o que faça mais sentido ao seu caso. Mas para que perceba o que funciona consigo, há que conhecer as bases.

Para tal, a Food Matters aponta as cinco dicas básicas a saber por todos os novos praticantes de medicação

Não existe ‘meditação errada’

Como dissemos, depende de cada um. Ignore os julgamentos e foque-se em si. Se não se sente confortável ou continua tendo, não é porque está a meditar mal, mas sim porque ainda não encontrou a técnica mais indicada ao seu caso. Se a necessidade de meditar advêm de diferentes razões, também a forma de o fazer vai diferir.

A prática de meditação demora a ser implementada

O esforço depende de si próprio. Tal como com qualquer prática de treino ou rotina, é do hábito que advém a própria prática rotineira. Não espere sentir-se relaxado e com os benefícios da meditação quando apenas a pratica uma vez por semana e às pressas. Num momento em que a rotina parece cada vez mais acelerada, é  precisamente para a contrariar que a meditação aparece – dê-lhe tempo e invista em si.

Seja amigo dos seus pensamentos

Passa o dia a correr. Chegada a hora de meditar, aquele silêncio e calma parecem ideais para se pensar em tudo o que tem para fazer, tudo o que fez ou rever aquela reunião que teve de manhã. Durante a meditação é suposto que se abstraia de todos estes pensamentos, contudo, este é um caso bastante comum que acontece até aos mais experientes. Trabalhe a sua mente, com calma, aceite os pensamentos e concentre-se para os ‘arrumar’ durante a meditação.

É para todos, em qualquer lugar e a qualquer hora

Está de viagem, e depois? A meditação é um momento só seu e para o qual precisa, apenas do seu corpo. Poderá sentir necessidade de procurar um lugar mais calmo ou mais escuro, por exemplo, mas a meditação não se restringe de todo ao seu jardim ou quarto de cama. Mais: até os mais agitados e stressados devem experimentar a técnica, já que é adaptável a todos.

Há diferentes formas de meditar

No seguimento do ponto anterior, a meditação é para todos e por isso nunca será praticada da mesma forma por diferentes praticantes. Desde o pranayama à meditação mindfulness, resta-lhe encontrar aquela com que se identifica.

Autora: Mariana Botelho.

Os quatro tipos de amigos segundo Buda

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Esteja ciente destes quatro amigos de bom coração: o ajudante, o amigo que permanece nos bons e maus momentos, o mentor e o amigo sensível.

O ajudante pode ser identificado por quatro coisas: protegendo-o quando está vulnerável, e da mesma forma a sua riqueza interior, sendo um refúgio quando está com medo, e em várias tarefas, fornecendo o dobro do que é solicitado.

O amigo duradouro pode ser identificado por quatro coisas: por contar-lhe os segredos, guardar os seus próprios segredos, não abandoná-lo no infortúnio e até mesmo morrer por si.

O mentor pode ser identificado por quatro coisas: restringindo-o do erro, orientando-o em direcção a boas ações, dizendo-lhe o que deve saber e mostrando-lhe o caminho para o céu samsárico.

O amigo sensível pode ser identificado por quatro coisas: não regozijar-se com o seu infortúnio, deleitar-se com a sua boa sorte, impedir que outros falem mal de si e encorajar outros que louvam as suas boas qualidades.

Do “Sigalovada Sutta”.

Elimine o hábito de reclamar da vida, é a gratidão que muda as coisas.

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A gratidão é uma das mais poderosas ferramentas para elevar a vibração que pode praticar. Viver lamentando da vida e reclamando das pessoas e situações a sua volta não vai ajudar em nada.

Quem vive lamentando está a gerar uma energia contrária ao sucesso e à felicidade.

Ser grato pode ser uma ferramenta poderosa para transformar a sua vida.

Somos um corpo energético, cada molécula do corpo humano na verdade é uma vibração de energia.

O átomo quando muda o seu estado, está absorvendo e emitindo frequências eletromagnéticas. Hoje já se sabe que diferentes estados de emoção, percepção e sentimentos resultam em diferentes frequências eletromagnéticas.

Reclamar da vida e dos outros, causa insatisfação geral e cria um campo magnético na mesma frequência, atraindo pessoas e situações que trazem mais insatisfação e desconforto. Assim trabalha o universo, pois traz em retorno aquilo que emitimos.

Elimine da sua vida o hábito de olhar o lado ruim das pessoas e das situações. É possível que, hoje, veja os seus obstáculos e tenha se tornado um especialista em reclamar e não em agradecer.

Por isso, não consegue deixar de falar da crise financeira, das pessoas que o magoam e das frustrações da vida.

Ser grato auxilia a reduzir o stress, a ansiedade e a depressão. Ameniza as situações adversas, deixando-as mais leves, além de provocar o sentimento de valor ao que se tem, e menos frustração pelo que não tem.

Quando concentramo-nos no que nos falta, nós criamos bloqueios e limitações. Ficamos aprisionados pela vibração da nossa energia negativa. Como resultado, nós atraímos o que pensamos, o que neste caso é a negatividade.

Comece a observar as pequenas coisas à sua volta, muitas delas são fundamentais para a sua sobrevivência. O ar que respira, a água, o sol, a chuva, o dia, a noite, etc.

Já agradeceu por isso hoje? Não fique esperando acontecimentos espectaculares para sentir gratidão, seja grato pelas pequenas coisas do seu dia a dia.

A gratidão torna a vida mais alegre, agradável e gloriosa. E ela precisa ser cultivada e expressa, mesmo em situações aparentemente desfavoráveis.

Mesmo que em nosso redor pareçam existir milhares de motivos para reclamações, devemos olhar por outro foco e assim encontrar motivos para ser gratos.

A gratidão é uma das mais poderosas ferramentas para elevar a vibração que pode praticar. Um exercício fundamental para o seu crescimento é ser grato por pessoas e situações na sua vida que o tiram do sério e o irritam.

Descubra por que irritam tanto. Considere a possibilidade de que eles podem estar agindo como um espelho para mostrar aspectos de si mesmo que necessita de mudar.

O que nós precisamos saber é que todos temos potencial, inteligência, energia e capacidade para sermos felizes.

Mas precisamos dar os comandos correctos para a nossa mente, para que ela possa accionar os nossos talentos mais apropriados em cada situação, tornando-nos mais eficientes, mais plenos, mais inteiros em cada um dos projectos a que nos propusermos realizar.

Um dos principais ingredientes da felicidade é sermos grato por tudo aquilo que temos e pelas pessoas que enriquecem as nossas vidas.